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A arte de Jason Edmiston

Provavelmente você já deve ter visto alguma pintura deste cara por aí. Jason Edmiston é um daqueles artistas que fazem você dar valor ao talento alheio. Com pinturas carregadas de cores e expressões marcantes dos personagens, percebemos a qualidade nos detalhes de cada pintura que  viaja do realismo ao caricato, fazendo nossa mente se aprofundar em cada obra.

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Kultura Kustom

“Kustom Kulture” é uma cultura underground surgida na década de 1950. Empregada em diversas áreas como trabalhos artísticos em automóveis (aerografia, pinstriping, Hot Rod), artes como tatuagem, música, entre outros meios, além de caracterizar um estilo de vida.

O conceito surgiu nos Estados Unidos e possui adeptos em todo o mundo nos dias atuais.

Nos início do movimento hot rod, haviam diversos estilos de customização rolando. Ao longo do tempo, cada um desses estilos distintos de personalizar se misturaram e reformularam a nossa vida cotidiana.

Artistas como Von Dutch (Kenny Howard), os construtores de carros personalizados, Ed “Big Daddy” Roth e Jeffries Dean, que também customizavam motos, os Irmãos Barris (Sam e George Barris), juntamente com numerosos artistas, tatuadores, ilustradores, pintores de automóveis, filmes e programas de televisão da época ajudaram a formar o que é conhecido hoje como Kustom Kulture.

 

Gibson Girls

As Gibson Girls foram criadas por Charles Dana Gibson e eram muito populares no final do século 19 até início do século 20 nos Estados Unidos.

Os desenhos que representavam mulheres de cintura fina acentuada por espartilho, seios e quadris volumosos e cabelos ondulados presos  no alto da cabeça tornaram-se modelo de beleza,  influenciaram e refletiram o comportamento das mulheres daquele país.

As ilustrações apareciam em diversas revistas, anúncios e produtos.

Ainda podemos encontrar essas ilustrações aplicadas em alguns produtos, mas claro, não são tão populares como antigamente (mas eu gosto).


Garrafas de perfume com as Gibson Girls que você pode comprar aqui.

Sempre há uma musa, correto? Dizem que a esposa de Gibson, Irene, era a inspiração para os desenhos e de fato ela posava para o marido mas as Gibson Girls já existiam antes do casamento dos dois.

De acordo com Kate Chopin, “as originais Gibson Girls são resultado de observação da beleza de todas as mulheres que o artista conheceu, desenvolvida através da apreciação da única que ele amou.” Que bonito, não?

Para as meninas não ficarem sozinhas foram criados os Gibson Boys, igualmente bonitos, elegantes e auto-confiantes. Nos dias atuais seriam a Barbie e o Ken.

Tanto as Gibson Girls quanto a Barbie influenciaram a sociedade de sua época, impondo um ideal (cruel) de beleza feminina.

Gibson Girl vs Barbie

As Gibson Girls tinham grande publicidade em revistas, as imagens eram relacionadas a produtos consumidos principalmente por mulheres tal como a Barbie mas a diferença entre as duas é que as Gibson eram um “produto” para mulheres maduras enquanto a boneca é exemplo para mulheres ainda em formação (tenso!).

Nas principais revistas da época, as Gibson Girls eram representadas como mulheres independentes, de beleza impecável e personalidade marcante e influenciadas por esse ideal de independência feminina as mulheres americanas conquistaram direitos que elas não tinham antes, como trabalho remunerado ou ocupações antes restrita apenas aos homens.

Termino a comparação por aqui, porque não consigo identificar nada de bom que a Barbie tenha feito pela geração atual de mulheres… =/

Padrões de beleza sempre vão existir, cabe a você ser escrava dele ou usá-lo apenas como inspiração para incrementar ainda mais sua beleza natural.


“The weaker sex” (O sexo mais fraco) 1903. Naquela época o cara já sabia quem tinha o poder.

Convite de Casamento Tattoo Old School

Diane Zerr é uma designer e ilustradora da Pensilvânia – EUA,  que faz convites de casamento inspirados em tatuagens old school.

Alguns cartões são inspirados em temas recorrentes desse estilo de tatuagem.

Esse foi inspirado em tattos e rock´n roll:

Inspiração Navy:

Romântico vintage:

 

São lindos e uma ótima idéia para casamentos de amantes da arte old school.

 

A dica foi do Giovani Castelucci via Caligraffiti.

 

 

A vida de Kirsten Easthope

Kirsten Easthope nasceu dia 11 de outubro de 1964, em Salt Lake City, Utah. Cresceu em uma comunidade onde 90% das pessoas eram mórmons. Como nunca fez parte desta doutrina, ela achava esse ambiente repressivo e extremamente entediante.

De tempos em tempos visitava sua avó na excitante cidade de Reno em Nevada. Lá ela se encantava com o brilho das luzes de néon, as faixadas, estátuas de dançarinas girando em cima do Casino Primadona. Este era o paraíso. Um lugar com glitter, glamour e muitas mulheres lindas e pintadas.

Quando voltava para casa em Utah, ela se refugiava na pista de boliche onde seu avô era campeão semi-profissional. Não é à toa que, anos mais tarde ela iria combinar essas memórias de infância em obras de arte maravilhosas.

Depois de frequentar a Universidade de Utah, e concluir sua graduação no Instituto de Arte de Colorado, Kirsten passou vários anos como designer gráfico. Mas aqueles eram tristes anos vazios. Passou a cada dia tentando agradar as massas e assimilar o mundo corporativo. Ela sabia que nunca poderia ser feliz no mundo de carrões, poder, e almoços luxuosos de executivos.

Assim, ela desistiu e optou pela vida de uma pobre artista pinup. Hoje em dia ela é extremamente feliz, vivendo em um apartamento minúsculo, no Colorado, com o seu gato preto, stymie.

As Pin-ups de Kirsten enfeitam várias coisas, como guitarras para rockers, botas de cowboy, botas personalizadas para atrizes, jaquetas de couro, pinos de boliche, etc. Sua obra tem aparecido em diversos lugares como nas revistas International Tattoo Art, Club International, Juxtapoz e no livro Vicious, Delicious, and Ambitious, entre outros.

via queenpindeluxe

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