Diana Dors

No auge da década de 1950, uma pin-up loira platinada, de curvas voluptuosas, cílios grandes e vestidos sensuais encantava milhares de pessoas nas salas de cinema.

Apesar da grande semelhança não estamos falando de Marilyn Monroe.  A história de Diana Dors é diferente da pin-up americana e começa na cidade de Swindon,  Inglaterra, quando a pequena Diana Maria Fluck em 1934 aos três anos de idade, assistiu seu primeiro filme.  A paixão pela sétima arte fez de Diana uma jovem  determina a brilhar nas telas como as atrizes dos filmes que assistia.

Aos doze anos de idade iniciou suas aulas de dança onde imitava as estrelas de Hollywood.

Aos quatorze anos ganhou um concurso de beleza e convenceu seus pais que poderia tornar seu sonho de atuar  realidade. Eles permitiram que ela fosse estudar na LAMDA (Academia de Música e Arte Dramática de Londres), Diana era a estudante mais jovem que eles já tiveram.

Os cabelos castanhos foram tingidos de loiro e mudou seu sobrenome para Dors, o mesmo nome de solteira da avó.

“Eles me pediram para mudar meu nome.” Disse ela uma vez. “Acredito que eles tivessem medo de que se meu nome verdadeiro Diana Fluck estivesse num anúncio luminoso e uma luz se apagasse…”

Depois de atuar em alguns pequenos filmes Diana entrou para a J. Arthur Rank Organisation uma produtora especializada em recrutar jovens artistas. A partir de então ganhou notoriedade atuando em  Here Come The Nuggets em 1948 e no mesmo ano em Oliver Twist de David Lean.

Em 1951 com dezenove anos, Diana já era consagrada símbolo sexual devido ao filme Bikini Baby.

Ela conquistou os americanos e seu sucesso na Inglaterra pode ser medido pelo fato de  aos 20 anos ela ser a mais jovem proprietária registrada de um Rolls Royce.

Mas ser símbolo sexual do cinema tem seu preço. Assim como Marilyn Monroe, os estúdios ofereciam frequentemente papéis em comédias “água-com-açúcar”. O estigma que toda loira gostosa é burra, nasceu justamente nessa época, com esse tipo de filme e protagonizado por elas.

No filme Yield to the Night (com a infeliz tradução para português: Meu Amor, Minha Ruína e Blond Sinner para os americanos) foi a grande chance de Diana mostrar seu talento artístico. Ela interpretou Mary Hilton, personagem inspirada na história real de Ruth Ellis, a última mulher executada por assassinato na Grã Bretanha.

Durante os anos de 1959 a 1961 ela teve seu próprio show na TV o “Diana Dors Show” onde  mostrava seu talento como dançarina, cantora e atriz

Na década de 60, os papéis em filmes começam a ficar mais escassos, Diana porém já é uma celebridade e foi imortalizada num vestido dourado e luvas brancas na capa do disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles em 1967.

Depois de três casamentos e três filhos, na década de 70 já com uma carreira no cinema, Diana ganha papéis na TV como nas sitcoms inglesa Just William e Queenie´s Castle. Ela também fez diversas participações em programas de TV.

Em 1982 quando terminou de filmar seu último filme, Steaming Diana foi diagnostica com câncer.

Morreu dois anos depois em 1984 aos 53 anos. Seu sonho de criança foi realizado.

 

 

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